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Seis meses de um novo Brasil. O que pensam os empresários do setor?

17/9/19

Seis meses se passaram desde a posse do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Para muitos, o Brasil vive uma nova era. Ao longo desse tempo, o que já se percebe de mudança? E as expectativas? O que pensam os empresários do setor sobre o que se avançou até aqui e como estão as projeções de futuro? A Revista SINDLOC-MG foi ouvir parceiros e associados sobre o assunto.

Para Henrique Soares, CEO da Rodo Park Locações, a mudança é notória. “Os investidores estão animados com as perspectivas do novo governo e o clima otimista favorece a criação de novos negócios e serviços”, afirma. Para ele, a economia real se tornou a bola da vez em um cenário de baixos rendimentos financeiros.

Já Daniel Oliveira, do Grupo Valence, ainda não percebe mudanças práticas, mas mantém o otimismo. Para ele, é preciso ter cautela para não se frustrar. “Tenho certeza que as melhorias serão gradativas e teremos prósperos anos de muito resultados positivos para todos. Além disso, tenho certeza que cada um de nós aprendemos, ao longo desse período difícil que está passando, como lidar diante das dificuldades e crises. Assim, nos fortalecemos”, festeja.

Henrique Soares concorda. “O brasileiro está reaprendendo a pescar em detrimento de ganhar o peixe”, lembra. Daniel também acha que será um crescimento lento e gradativo. “Será tímido, mas crescente o suficiente para que retomemos patamares melhores de resultados que farão os consumidores voltarem a acreditar e consumir. Ao mesmo tempo, os empresários retomarão investimentos moderados, mas necessário para que o mercado comece a semear a semente do novo recorde de vendas”, objetiva Daniel Oliveira.

Para Henrique, porém, algumas sementes já dão resultados. Segundo ele, a inovação tecnológica vem criando, cada vez mais, novas oportunidades. “Hoje, por exemplo, por meio dos aplicativos de mobilidade e com condições facilitadas de locação, qualquer pessoa que tenha carteira de motorista consegue trabalhar no país”, lembra.

O otimismo segue firme e operante. “Vivo para ver meus filhos crescerem em um lugar melhor e trabalho sempre nesta linha do otimismo. Não tenho espaço para o pessimismo, nunca espero o pior, faço sempre, todo o dia, buscando dar o meu melhor”, afirma Daniel.

Da Revista SINDLOC-MG.