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Onde ir, o que fazer? Pampulha!

12-04-2019

A equipe de reportagem da Revista SINDLOC-MG percorreu as cidades históricas e mostrou também os municípios que fazem parte do circuito das águas em Minas Gerais. Deu dicas, falou sobre o que fazer, como, onde, e, caminhando, redescobriu um pouco do nosso lugar. A saga continua! Agora, vamos revisitar o que nos cerca. Começa, a partir dessa edição, a série “Onde ir, o que fazer?”, por Belo Horizonte. A proposta é que nossos associados (re)veja nossos cantos, mas apresente as possibilidades de passeios e lugares também para seus clientes. Nossa primeira escolha: Pampulha!

Parece clichê, mas não existe identificação maior de Belo Horizonte, sobretudo, daqueles que não conhece a cidade, do que a região da Lagoa da Pampulha. Cartão postal da capital, o lugar pode ser visto e visitado de um modo muito prazeroso, para além de uma ‘selfie’ em frente a Igreja de São Francisco.

O lugar é quase sempre calmo e silencioso, exceto aos domingos na região próxima a Igreja de São Francisco. Ideal para quem não quer apenas se auto-fotografar apressadamente. Você pode, por exemplo, pegar o carro alugado, estacionar e curtir os ambientes com calma. Vá até a Casa do Baile, sente-se naqueles simpáticos bancos de frente para Lagoa, curta o ambiente. Depois, sente na grama, do lado da Igreja de São Francisco (faça a ‘selfie’ claro!), tome uma água de coco. O lugar é mágico nos finais de tardes ensolaradas! Vá até o Museu de Arte da Pampulha, veja o que está sendo exposto (sempre existem coisas legais acontecendo por lá). Dependendo da época do ano, você pode assistir a um lindo por do sol por ali.

É possível passar todo um dia na região. Estique um pouco mais o passeio e conheça o Parque Ecológico da Pampulha. Dizem que deitar na grama e olhar para o céu daquela região é enriquecedor.

Para quem gosta de futebol, é possível também conhecer o estádio do Mineirão que agora abre as portas para visitas guiadas. Lá você pode conhecer os vestiários e subir até o gramado. Também é possível visitar o Museu do Futebol. Nele, há fotos do antigo e do novo Mineirão, a bola do histórico jogo entre Estados Unidos e Inglaterra (vitória por 1 a 0 dos americanos), na Copa de 1950, e uma sala que guarda fichas datilografadas de muitos dos quase 4 mil jogos realizados no estádio.

Se você já cansou de ir até a Pampulha, é hora de refazer a visita, conhecê-la sem pressa. Diga aos seus clientes que é preciso vê-la como uma experiência de senti-la.

HISTÓRIA
Na década de 1940, Juscelino Kubitschek, então prefeito de Belo Horizonte, fez um pedido a Oscar Niemeyer: um projeto para a região, que deveria se transformar no bairro mais lindo do país. Assim nasceu a Pampulha, a 10 km do Centro, com prédios marcantes que contornam a lagoa.

Os jardins de Burle Marx, a pintura de Cândido Portinari, os azulejos de Paulo Werneck e as esculturas de Ceschiatti, Zamoiski e José Pedrosa completam e valorizam o projeto concebido para a lagoa.

Informações:

Casa de Baile: Avenida Otacílio Negrão de Lima, nº 751. Telefone: (31) 3277-7443. Aberta de terça a domingo, das 9h às 18h.

Mineirão: Avenida Antônio Abrahão Caram, 1001. Telefone: (31) 3499-4300. Passeio sai de hora em hora, das 9h às 17h, de terça a sexta. Aos sábados e domingos, o horário é das 9h às 13h. O número máximo de visitantes por dia é 360. O ingresso custa R$ 8.

Museu do Futebol: O ingresso também custa R$ 8, e a carga máxima é de 400 pessoas por dia. Visita casada (estádio e museu): R$ 14.

Museu de Arte da Pampulha: Avenida Otacílio Negrão de Lima, nº 16 585. Telefone: (31) 3277-7996. Aberto de terça a domingo, das 9h às 18h.

Parque Ecológico da Pampulha: Av. Otacílio Negrão de Lima, 7.111. Telefone: (31) 3277-7439. Aberto de terça a quinta-feira para grupos agendados. Para o público em geral, de sexta a domingo, das 8h30 às 17h.
Entrada franca.

Por Leandro Lopes, da Revista SINDLOC-MG.
Fotos: Marcilio Gazinelli (Igreja), Henrique Rabelo (aérea Parque Ecológico); Acervo Mineirão (Museu do Futebol), PBH (aérea da Pampulha, Igreja em Construção, Parque Ecológico).